terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Vou gostar de ti até à reforma!"

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Just maybe





Cansada de esperar por ele, ao fim de largos meses ela decide seguir em frente sem ele. Com o coração em ferida, ela agarra forças sem saber bem onde, e segue caminho, sem olhar para trás.
Os dias foram passando. Ela não lhe mandava mensagem, e se ele enviava não respondia. Ela não ia para o pé dele nos intervalos. Ela chorava noites inteiras, tinha saudades dele, sentia-se mal com tudo isto. Mas tinha que se deixar disto, e seguir em frente. Estava cansada de estar sempre ali no mesmo banco meses a fio à espera de um simples “gosto de ti”.
Ele começou a estranhar a ausência e a frieza dela. E quando a via no intervalo junto de outros rapazes, sentia-se estranho, como que uma inquietação interior (ciúmes, pela linguagem corrente), mas continuava negando-se a si mesmo. Aos poucos e poucos foi percebendo que a estava perdendo. Cada vez mais ela se afastava dele e evitava as conversas para além do básico (“Olá, tudo bem?”).
Agora, ele percebeu o que realmente sentia por ela. Ela não era apenas mais uma grande amiga, era muito mais que isso. Ela era diferente à sua maneira. Ela era o seu grande apoio em tudo. Ela fazia parte dos seus pensamentos durante o dia. Ela era muito importante para ele, e tinha-a deixado fugir por entre os dedos, como dois pequenos grãos de areia. Tinha ignorado o amor que ela sentia por ele, o tempo que esperou.
Ganhou coragem e foi ter com ela.
•Pediu-lhe perdão e quando se preparava para dizer tudo o que sentia, ela colocou-o a mão sobre a sua boca, impedindo-o de continuar e apenas lhe disse : “ Já é tarde de mais” e partiu.
•Abraçou-a, e sussurrou-lhe ao ouvido: “Desculpa, mas eu amo-te”. Ele explicou-lhe tudo o que realmente sentia, e o medo que sentia ao pensar que a tinha perdido. Ela sorriu e disse-lhe “ É por isto que eu gosto tanto de ti”. E beijaram-se apaixonadamente.
Porque agora apenas tu podes escolher o fim da “nossa história”.

(Não necessariamente verídico)

M. Madalena N. Nobre

quarta-feira, 18 de maio de 2011



P.S. Sorry, I still 'love' you.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Há com cada coincidência!

Porque tudo tem uma história...

'O Dom da vida'


O dom da vida...
Bem acho que nunca pensei realmente nesta frase ou expressão tão forte, tão complexa, e se pensei foi sempre em algo superficial e nunca tentei procurar algo mais sobre isto, sobre o que realmente era o dom da vida!
Hoje completo mais um aniversário, o 17ºAniversário!
E ponho-me a ver as fotografias antigas, a relembrar os aniversários passados, e deparo-me com algo totalmente diferente, o que não seja pior muito pelo contrário. Cresci e cresci muito, tornei-me nesta 'mulher' que já sou hoje, já não sou mais aquela menina de 7 ou 10 anos, que brincava à macaca, aos doutores ou até mesmo ao esconde esconde, agora gosto de passear, ler um bom livro e ouvir uma boa música, estar com os meus amigos, passar os melhores momentos com a familia toda junta, correr e pular, revelar a criança que ainda há em mim, com os meus 3 preciosos sobrinhos. Isso assusta-me um bocado, porque sem nos darmos conta o tempo passa a correr, sem que nós possamos comandar isso mesmo.A vida é mesmo assim, não fomos nós que a escolhemos, não somos nós que comandamos a nossa história, o nosso dia-a-dia, mas sim Ele, Deus.
Espontaneamente surge em nós o questionamento sobre o sentido da vida e sobre a experiência que fazemos dela.
Para mim viver "é posicionar-se na rota das provas e das expiações, acumulando experiências e burilando o Espírito, fortalecendo os laços de amor e construindo elos de fraternidade, adquirindo responsabilidades e abrindo espaço para a maioridade espiritual".
Penso que todos nós fomos abençoados com este dom, o dom da vida! Com o dom da inteligência e compreensão do mundo que nos rodeia.Para alguns, talvez seja curta. Porém, so for bem preenchida, a nossa vida pode estar recheada de histórias e vivências. Algumas trsites, outras alegres. Outras apenas acontecimentos para contar. Mas todas estas histórias, acabam por fazer de nós aquilo que somos, são elas que nos dão experiência, que nos ensinam e que completam a nossa existência.
Obrigada por tornarem a minha vida melhor, e acreditem para mim a familia é o mais importante, e eu amo-vos muito!
(escrito a 16 de Abril de 2011)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O meu reflexo


Uma rapariga na sua pura adolescência como tantas outras, não sou nem mais nem menos que qualquer uma delas, apenas sou diferente!
Sou uma rapariga muito sorridente, luto por tudo em que acredito, bastante divertida, cómica, simpática, alegre, sonhadora, imaginativa e muito orgulhosa. Sou capaz de rir até não aguentar mais e logo a seguir chorar como se não houve
sse amanhã. Sou aquela amiga verdadeira, querida e que anima o pessoal todo, talvez até seja confidente de muita gente.
Se tenho defeitos?
Claro que tenho, todos nós temos e eu não vou ser excepção, e o maior deles todos é pensar demais naquilo que não vale a pena ser pensado, mas para compessar tenho qualidades incríveis, e saber perdoar é uma delas!
Às vezes tenho a sensação que vivo num pequeno mundo a parte, onde tudo é uma ilusão e principalmente onde me refugio em todos os meus pensamentos, e naqueles pequenos momentos onde sou realmente feliz.
Por mais estranho que pareça, eu vou buscar a felicidade onde menos se pode imaginar!
Ao sorriso dos meus sobrinhos e de todas aquelas crianças que vejo passear na rua, á minha família, às fotografias de quando era pequena, aos meus amigos, acho que em tudo o que me rodeia procuro sempre um pouco de felicidade.
O mais importante da minha vida são os meus amigos e a minha família. Os meus amigos são como um bem essencial para mim, são como um tudo, eu sem eles não era eu, era apenas mais uma simples rapariga que andava a vaguear pelas ruas ao ritmo do vento e são também eles, que mesmo sabendo os meus defeitos nunca me abandonam, estão sempre lá! A minha família, é aquele apoio constante e seguro e que por mais erros que cometa, por mais asneiras que faça nunca desaparece, está sempre presente como o “colo” da mãe que tinha quando era bebé, é aquele carinho caloroso que não trocava por nada deste mundo.
Desde pequenina que tenho dois sonhos! Um deles é andar de avião, sinceramente não sei porque mas fascina-me saber como é sentir-me a voar, sentir-me sem os pés bem assentes na terra. O outro é aquele maior sonho, aquele que requer muito de mim, é tirar o meu curso, ou seja, licenciar-me naquilo que realmente gosto de fazer e constituir a minha própria família ao lado daquele Homem que os meus olhos vêem como perfeito!
Afinal, eu sou assim uma rapariga madura mas às vezes criança, bonita e adorável para uns e feia e estúpida para outros, orgulhosa mas sei sempre reconhecer os meus erros, paciente mas ansiosa, choro para acalmar a minha dor, rio da maior estupidez que se pode imaginar, sou mais que qualquer palavra ou frase dita sobre mim, sou eu mesma e não como querem que eu seja!

sábado, 31 de outubro de 2009

Taizé






Tenho tantas saudades daquilo, das pessoas, das filas para o almoço, para o jantar, para tomar banho, das corridas para o lago, do pessoal do Cartaxo, das nosssas "espanholitas", das camaratas, de adormercer ao som do "I'm yours", do levantar cedissimo para ir para as orações, de servir as refeiçoes, dos "Free Hugs", dos beijinhos de boa noite, do OYAK, do "banana peel", dos "go to bed"... Acho que tenho saudades de tudo o que vivi lá até da comida detestável, de todos aqueles sorrisos partilhados, de tudo!!!
Lá tudo era tão diferente...era como que um mundo há parte, onde todos somos irmãos, onde não há confusões, onde podemos parar no Mundo por umas semanas e por todas as nossas ideias em ordem!
Conheci pessoas de todo o Mundo, e mesmo assim conseguimo-nos perceber com o ingles super ranhoso que tenho...
Agora digo com toda a certeza: "QUERO VOLTAR PARA TAIZÉ!"